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quinta-feira, julho 19, 2007

Urbanessências e Urbanesceres - GDPT (Green Dream Performance Team, by thio, cent and me)

















Aventurando-se

By Fernando M.

Não preciso percorrer os setes mares, se eu percorre os sete ou os milhares de cantos, praias e cidadezinhas do meu estado eu já me darei por satisfeita, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Vivendo Em Ondas
Luciana Mello
Composição: Walter Bossa Nova

Ficar sofrendo não vai fazer
A solidão desaparecer de uma vez
Pare pra pensar
Mas um sorriso faz esqueçer
Noites sem sono
Que amor também quis trazer
Hora de acordar
Tudo bem, já pedi
Que se alegre também
Pois a vida só brilha pra quem
Sabe amar e sorrir
Sem saber bem por quê
Vem comigo pra gente entender
A vida segue nadando em ondas
E a gente tem que viver sem pressa
O sol vem iluminando as sombras
E a gente vive pro que interessa

segunda-feira, julho 16, 2007

Meu vício em Amanditas



Fotos by Nane e by me / montagem by Naninha

Pois é o meu vício não é pelo chocolate, pois eu nunca comi amanditas, nunca comprei, mas posso já ter comido sem saber o que era, kkkkkkkkkkkk

Meu vício é por minha irmãzinha caçula, essa mesma q eu chamo de nane, de Naninha, mas que tb é conhecida como Mandinha, Amandita, entre outros, kkkkkkkkkkkkkkkkkk

E é muito engraçado pois além de sempre fazer questão de tá na vida dela, de curtir com ela, de fotografá-la e de ouvir suas meigas e doidas histórias, agora eu tb sou uma personagem dessas histórias, tento até fazer pose de metaleira na foto, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Histórias de pequenas saídas ou de festinhas com pessoas que fazem tão bem a ela... De acontecimentos que ficam melhores porque ela contagia ou porque quando ela conta tudo fica muito mais meigo ou meloso, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Pois é eu estou com ela e não abro, e sim eu tenho crises de abstinência, mas a nossa fase tá muito boa, e a saudade não vai maltratar nem tão cedo...

sexta-feira, julho 13, 2007

Desejando



É como se fosse um filme mesmo...

Precisava dessas cenas para seguir em frente, mas quando os letreiros aparecem vc descobre que não era real...

E não é por não ser possível, pois o é...

É por não ser paupável, está tão próximo, mas não está com vc...

segunda-feira, julho 09, 2007

Novo cd do Ludov

Ludov
Composição: Mauro Motoki / Habacuque Lima / Fabio Pinczowski

Razão eu não vendo por nada
até cortei a conversa fiada
E sigo em paz com meus botões
até achar a melhor equação
E vou além de dois e dois
até chegar aonde a gente possa se entender

Jogar nunca foi meu acerto
e se joguei fui confirmar
não acerto
Embaralhei o que senti,
Mas o descarte eu deixei pra depois
Tirando a sorte, a gente pôs
as cartas sobre a mesa
e por delicadeza eu aceitei

Vem
lançar um disco paralelo
(e na capa)
flores no teu cabelo
flores no teu cabelo
nada vai mudar

Mas tanto faz ou tanto fez
se vale a pena começar outra vez
E sigo em paz com meus botões
até entender como é que dois e dois se tornam um par

Vem
lançar um disco paralelo
(e na capa)
flores no teu cabelo
flores no teu cabelo
nada vai mudar

A Espera
Ludov
Composição: Habacuque Lima / Felipe Machado

Eu quase não consigo lembrar
Quanto tempo passei
Sem sair do lugar
Esperando eu não sei o quê
Que eu posso esperar?
Duvidando de mim
Pra poder me encontrar

Faz parte então, perder-se no ar
Procurar o teu sol
Na ausência de luz
O incerto é tão natural
E esteja onde estiver
Não verá nada além,
Mas do que pode ver

Se é o início ou é o fim
Quem vai saber?
Vou descobrir, talvez
E que não seja tarde

A vontade de saber me pegou
o tempo vai dizer se estou
dançando num caminho bom

A vontade de viver me tocou
cansei de duvidar e o melhor
que faço é fazer o que sei

Coragem pra não revogar
Tudo o que construí
Por gostar de sonhar

E o que esperam de mim?
Não sei dizer
Deixo seguir
Pra que
duvidar do meu fim?
Se o fim virá sem se importarse eu acertei

A vontade de saber me pegou
o tempo vai dizer se estou
dançando num caminho bom

A vontade de viver me tocou
cansei de duvidar e o melhor
que faço é fazer o que sei

sexta-feira, julho 06, 2007

P&B e em cores




















Ele sempre acreditou que no mundo havia certo e errado, e por isso vivia a pedir desculpa, pois ele sempre se via como o errado... Se via como o (in)dependente, como o (bem) mal amado, entre tantos outros olhares e rótulos para consigo.
Queria lutar contra essa prisão que ele mesmo criara, mas era tão difícil, já que ele só conseguia ver o mundo em preto e branco, já que para ele a dicotomia do que ele era e do que ele deveria ser não entrava em equilíbrio, pois o preto no branco ou o branco no preto ele achava impossível... Ou simplesmente o ser díficil já inviabilizava tudo.
Achava que sabia amar mas ignorava que para o amor não existe fórmulas...
Achava que sabia viver, mas ao ouvir pensamentos diferentes se perdia...
Ao tentar enxergar a realidade dele, ele só via a dos outros, e se deixava ser dominado pelos pensamentos dos outros ...
Pois como ele via em preto e branco, ignorava o meio termo, e a "policromia", não estava aberto para encarar os desafios, e tentava ajustar o seu mundo só variando a tonalidade de pretos e de brancos...



Mas havia agora um outro ele, menos enrolado, menos fatídico e que pensava mais parecido com ela, que sentia ou via o que ela via... Era um ele em cores, que não negava as possibilidades, que não problematizava os seus erros ou defeitos... Um ele que convivia com ela todo dia, que ensinava e acrescentava sempre as cores ao olhar... Que via além do preto no branco e que principalmente não estava preso, ele compartilhava da liberdade com ela...
Nesta policromia ele tinha a sua tonalidade preferida, mas não esquecia de valorizar as outras...
Ele tinha os seus grilos, mas o fato de estar em cores permitia que ele não se prende-se ao certo ou errado...
Os pensamentos dele coloriam o dos outros, ainda mais o dela...
Ele era colorido, não ignorava o Preto & branco, mas as cores, que vida existe nas cores, a existência em cores era um deslumbre...
Tonalizar o que estava em cores ou colorir o que não estava ou descolorir o colorido, tantas possibilidades...
Nenhuma incerteza, barreira que não pudesse ser superada, espontaneidade que não pudesse ser vivida, nada de palavras que não correspondessem com o que se sentia, tudo em cores...