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quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Confusões e paixões

Aqui
Ana Carolina
Composição: Antônio Villeroy/Ana Carolina
Aqui
Eu nunca disse que iria ser
A pessoa certa pra você
Mas sou eu quem te adora
Se fico um tempo sem te procurar
É pra saudade nos aproximar
E eu já não vejo a hora
Eu não consigo esconder (mesmo q eu tente eu não consigo)
Certo ou errado, eu quero ter você
Ei, você sabe que eu não sei jogar (nem conquistar)
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar (com sorrisos, palavras, bobagens)
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer enxergar e se enxergar em mim

Aqui
Agora que você parece não ligar
Que já não pensa e já não quer pensar
Dizendo que não sente nada
Estou lembrando menos de você
Falta pouco pra me convencer
Que sou a pessoa errada (Sempre)
Eu não consigo esconder...
Certo ou errado, eu quero ter você
Ei, você sabe que eu não sei jogar
Não é meu dom representar
Não dá pra disfarçar
Eu tento aparentar frieza mas não dá
É como uma represa pronta pra jorrar
Querendo iluminar
A estrada, a casa, o quarto onde você está
Não dá pra ocultar
Algo preso quer sair do meu olhar
Atravessar montanhas e te alcançar
Tocar o seu olhar
Te fazer enxergar e se enxergar em mim

As palavras de Ana são mágicas, pois revelam em mim um outro mundo, o que escondo ou o q quero. Neste caso é o que sinto. Apaixono-me facilmente, até por meus amigos e sou espontânea e consequentemente intensa... Blablabla

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Sempre mudando

Minhas conversas sempre são as mesmas, mas as experiências vivida não.
As pessoas com quem convivo sempre deixam marcas, boas ou ruins.
Ontem eu relembrei o meu repertório de experiências, ao menos uma parte dele, pois encontrei alguém disposto a me ouvir e a me fazer ouvir também, foi uma amiga, não foi especial p era minha amiga, mas pq até aquela conversa ela não o era.
E eu vi boa parte das grandes experiências vividas serem proferidas no meu relato ou desenvolverem-se em meu pensamento.
Fiquei em clima nostálgico, fazer o que?
Ganhei ou cultivei uma amizade naquele momento.
Vi o quanto eu gosto de viver, de falar, de observar as coincidências.
De ver o presente através do passado, ou o passado através do presente.

São quatro anos de UFAL.
São seis anos de curtição, de lembranças memorabilíssimas.
São irmãos, são amigos, são convivências.
Sou eu, e o que ainda vou ser, vou poder, vou viver, vou lembrar, vou...

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Para Ramiro, não ainda não é seu aniversário, kkkkkkkkkk

Oi, meu querido.
Vc me motiva sempre, mesmo se eu ficar abusada com o que você disser, kkkkkkkkkkk
Desde ontem que meus bons pensamentos estão sendo direcionados a você, não eu não tô fazendo parte de culto não.
É pq eu queria enrolar p não dizer, tenho pensando em vc desde ontem ou pior ainda, desde ontem vc não me sai da cabeça, pq na verdade não tem nada haver com loucas conotações.
:P
Foi só pq eu quis atualizar meu Blog e optei por continuar aquela questão anterior, a partir do seu comentário.
Pq ontem eu baixei Wilco e hoje eu curti muito escutar, é a sua cara, tão louco e temperamental quanto vc, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, Eles tocam muito bem, nunca presto muito atenção a letras logo de início.
O mais engraçado foi que tinha momentos em que eu mal ouvia o q tava sendo tocado e em outros eu quase fiquei surda, eh assim mesmo ou meu fone é incompatível com a música?, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Teve outro motivo para lembrar de ti, fui no Alfarrabio do Marcus hoje, lá na Rua Uruguai. Lembrei do tango, das fotos, de Carolice e Nane, e até o seu Marcus perguntou pq nunca mais aparecemos, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Fora ter olhado p mim e dito: "Bem, você tem cara de filósofa ou psicologa". kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

P.S.:Só para esclarecer a pessoa que desencadeou a minha permissibilidade o fez há quase quatro anos atrás, foi ele quem primeiro me disse "permita-se", e foi a ele em que me referi quando citei o permitir-se.

Saudades.
Bjos

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Tinha peixe na linha, mas eu não queria fritar o coitado, mas ele queria se fritar, e eu nada pude fazer. E o peixe criou pernas e foi pastar no brejo

Então o que eu devo dizer, me enganar, dizendo: "ah, tem uns três carinhas que já fizeram parte da minha vida e com certeza eu significo ao menos uma linha na vida deles", no way my dear.

Descobri até que um deles nem lembra mais o meu nome, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Quem não convive com o medo, em muitos momentos congela qualquer um, mas eu não sou empatada por conta ele de fazer o que eu realmente quero.
E pode vir a vergonha junto também, eu enfrento.
E pode vir a minha imaturidade, ingenuidade, e o que mais, for, serão driblados.

Sou uma covarde, sou, pq não saio por aí, colocando minha cara a tapa, e aceitando o pouco que um certo peixe queria me dar ou o que tantos outros nem ofereceram.

Mas não sou mosca morta, sei ultrapassar limites quando preciso. Um amigo há três anos atrás, me deu o melhor conselho que já recebi: "Permita-se". E eu vou procurando e tentando novas maneiras de me permitir sempre.

E vivo, talvez não tanto quanto os outros, pois a minha vida pode parecer sem graça para quem convive com pura adrenalina, mas eu aproveito cada minuto dela.
E sei que quando puder colocar fogo ou encarar desafios, irei fazer o que estiver ao meu alcance e certas vezes coisas além do que seria o meu alcance.

Quero ser mochileira, alguém topa?
Quero fazer trilha, marcamos p quando?
Fazer o que se mais uma vez posso ter sido contraditória, talvez menos do que em tantas outras...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bjos

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Do nada, sobre o nada, e para o nada

Tudo o que eu desejo ao menos nesse minuto está há mais de alguns quilometros de distância... É certo que as vezes eu posso me enganar dizendo que ele está através da tela do computador, mas de nada adianta pois o virtual não me daria o que eu desejo.
Eu até que tentei desejar o que estava mais próximo e só me deparei com uma atitude superficial, sem sentimento e quase sem consideração.
Ele também não me considerava muito no começo, eu era só mais uma, ou talvez nem isso, pois nunca fui concretamente nada p ninguém.
E eu sempre tento lidar com essas coisas de sentimento, mas eu sempre erro a medida. Tento aprender tb a deixa-los nas margens das situações, mas como vivenciar algo e não se importar com o q aquilo significa ou vai significar.
O máximo que conseguiria seria me permitir experimentar, curtir o momento, mas só seria por este momento, pois sei que consigo agir e esquecer das consequências, contudo não consigo, nem quero negar que o depois pode pesar e me fazer lamentar, por isso que hoje eu cortei o mal pela raiz.
Tinha peixe na linha, mas eu não queria fritar o coitado, mas ele queria se fritar, e eu nada pude fazer. E o peixe criou pernas e foi pastar no brejo...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk