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quarta-feira, abril 27, 2011

Jogar

Não sou esportista

Gosto de esportes. No colégio praticava vôlei e durante alguns anos fiz natação, contudo ao iniciar a vida universitária a prática de esporte passou a ser caminhadas pelo Campus, que nem eram com intuito de exercitar mesmo.

Player

Fora do jogo físico também nunca fui muito de jogadora, nem virtualmente. Costumo dizer que meu vício por videogame ficou restrito ao MasterSystem 2. Ainda cheguei a jogar com o Nitendo, ou Playstation do meu primo e a tentar acompanhar o boom de jogos para computador, mas nunca foi minha vibe mesmo. Sim, joguei Street Figther, Mortal Kombat, principalmente nas máquinas de fliperama.
E já experimentei Wii e sei como é bacana mas ainda não tive grana para investir
nisso. E com certeza já joguei Guitar Hero também. Meu irmão tem um playstation 2 e creio que as únicas vezes que mexi foi para tentar ver filmes, se ele tivesse Guitar Hero tavamos lascados, e hoje é tão simples de conseguir, bobeira nossa.

Última moda

Hoje a moda são os jogos sociais e confesso que se não trabalhasse com mídia social nem ligaria muito para isso. Pois até mexia no meu Buddypoke no orkut há uns três anos atrás, até o dia que esqueci e só agora me lembrei que existia e fui lá cancelar, rs

Eis que ontem depois de muito ouvir falar da Colheita Feliz (orkut), fui jogar o FarmVille no Facebook e para mergulhar logo de cabeça também entrei no CityVille, de cara já passei bem mais tempo construindo a minha cidade do que esperando que plantas cresçam, não pretendo ficar muito tempo neles, é só para entender melhor as novidades desse mundo dos jogos.

Um joguinho que eu curti muito no Facebook foi o Sudoku, achei massa. E vivo querendo jogar o Cara a cara, mas nunca consigo encontrar nenhum conhecido online para jogar.

quarta-feira, abril 13, 2011

Primeira vez que assisti a um filme alagoano

O primeiro filme alagoano que assisti foi Casamento é negócio? (1931), em dezembro de 2001, quando através do projeto Jaraguá foram proporcionadas programações musicais, teatrais, exibição de filmes e muito mais. Guardo o folheto da programação até hoje, só para reforçar o carinho com que lembro desta vivência.
Mergulhei naquele espaço cultural que para mim ofereceu várias oportunidade de conhecer bandas, peças, de respirar cultura alagoana intensamente pela primeira vez. Na época ainda tava no penúltimo ano do colégio.
Ao sentar para ver a exibição de filmes, fiquei surpresa quando anunciaram o filme alagoano, e mais ainda por ser um filme mudo, preto e branco. Assisti atentamente. Nem me lembro bem dos outros filmes que foram exibidos. O responsável por esta exibição foi Hermano Figueiredo que depois daquele dia ainda iria fazer parte de muitos momentos de minha vida.
Não me lembro exatamente quando foi a primeira vez que vi um filme de Hermano, mas o que mais me marcou foi o Mirante Mercado, com depoimentos de pessoas sobre seu trabalho, seus sonhos, a vida em Maceió. Primeira vez que eu vi um retrato tão poético de minha cidade.
A primeira vez que vi um filme no Teatro Deodoro também me marcou muito, pois foi meu primeiro contato com o trabalho de Werner Salles, fui à estreia de História Brasileira da Infâmia - Parte 1. E foi muito emocionante ver o teatro cheio e curti muito aquele momento.

Caso queira saber mais sobre a Produção Audiovisual Alagoana, visite www.audiovisualagoas.com.br