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quarta-feira, fevereiro 09, 2011

Quando as linhas tortas tornam-se "retas"

A maioridade só é alcançada aos 18 anos, contudo cada vez mais cedo os jovens brasileiros tomam conhecimento de que precisam definir que profissão seguir para poder saber o quanto precisará penar para alcançar as formações necessárias. Os pais em muitos casos intentam demais em ajudar ou determinar quais são as opções, e isso pode atrapalhar a curto, médio ou longo prazo, dependendo de quando o jovem tomará  conhecimento de que fez a opção "certa" ou "errada".
E é muito complexo e particular escolher o que se quer estudar por um curto tempo ou até pela vida toda. Os teste vocacionais dão um norte, ter contato com o cotidiano da profissão também pode ajudar. No entanto, o mais importante poucos lembram de mencionar e menos ainda de ensinar "não existe fórmula", sua profissão pode ser a mais popular de todas, como também pode ser uma que ainda não sabemos denominar.

Eu, por exemplo, quase fui advogada. Vejamos porque... 
Ao ler sobre profissões no "Guia do estudante" em meados de 2000, interessei-me por Relações Internacionais, contudo, faltava ousadia da minha parte de ir cursar em outro estado e minha mãe ouviu dizer que advogados poderiam especializar-se em Relações Internacionais e mais um pouco tornavam-se Diplomatas, quase uma medalha de ouro.
E eu cheguei a dizer "vou cursar direito", mas não era pra mim.
Felizmente retornei a considerar jornalismo, mesmo sob o temor de "não ter mercado de trabalho". Considerei Publicidade também, inscrevi-me numa faculdade particular, cheguei a cursar uma semana, até que saiu o resultado da Federal, e mergulhei no universo da Comunicação Social.
A imersão foi tanta que a vontade de cursar publicidade foi dissolvida. 
Entretanto após formada, a primeira oportunidade de emprego que me surgiu foi num site jurídico (não me arrependi de ter desconsiderado a advocacia). Inacreditavelmente foi através desta experiência que  tomei gosto pelo universo online, e veio a necessidade de optar por uma especialização, felizmente encontrei Tecnologias Web para Negócios e nessa embarquei por 18 meses.
Sou apaixonada por gestão de conteúdo, assessoria de mídias sociais, divulgação. Praticamente viciada no universo de possibilidades que a tecnologia imprime e no encadeiamento das relações e comunicações. 
E onde fica o jornalismo em tudo isso? Também não sou muito boa no webjornalismo, rs E ainda quero ser videomaker nas horas vagas...

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