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quarta-feira, abril 23, 2014

Corrente=filme=linha

A minha vida é uma corrente, um filme, uma linha.

Adoro viver, tenho um imenso prazer em recordar os momentos vividos. Mesmo que implique em recordar do que eu não vivi ou de com quem não compartilhei, ou de que não compartilhei tanto quanto queria.

Compartilhar é uma palavra que me define, apesar de ter sido mimada, fui filha única por 8 anos e 11 meses. No entanto, assim que descobri o que era quis ter irmãos, amigos, preferia companhia, não me importava em dividir, fui aprendendo que era um prazer compartilhar. Até tive problema com a solidão, hoje não tenho tanto.

Em tempo, descobri que gostava de compartilhar a minha vida com quem assim aceitasse, ainda aprendo todos os dias sobre as escolhas, o aceitar e o não. Sofri e ainda sofro pelos que não aceitaram compartilhar em algum momento ou pelos que se distanciaram física ou existencialmente, por um breve ou não tão breve período.

Mas sou dominada por uma felicidade indescritível pelo que pude e posso viver com os que aceitaram e aceitam compartilhar, com aqueles que compartilham comigo um minuto de sua vida, uma hora, uma semana, uma década, ou desde que me conheço por gente até hoje.

Encho o meu coração de esperança e do desejo de multiplicar gestos, palavras, sentimentos, as coisas mais inimagináveis que podemos compartilhar.

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